terça-feira, 2 de setembro de 2014

LUCY

Um bom filme, não muito criativo, bastante previsível, com um final psicodélico super prolongado de efeitos de transição temporal. 
Como meu professores já falaram anteriormente, para se fazer um bom filme sem muita criatividade basta dar ao expectador a corrida contra o tempo.
Este tema já tantas vezes explorado ( droga da inteligencia, aumento da capacidade mental, paranormalidade e afins ) já foi expresso em filmes como LIMITLESS, PHENOMENON, PLANETA DOS MACACOS A ORIGEM e outros que não lembro.
O filme Lucy vem trazendo uma informação religiosa muito mais evidente que o fato da inteligencia e paranormalidade em si. Logo no inicio do filme quando Morgan Freeman discursa a justificativa do filme um personagem pergunta " E se alguém usar 100% da capacidade mental ?" a resposta é quase unanime na cabeça do expectador no cinema,  respondida no extreme close do palestrante, que é a existência de Deus. Outra é a cena onde Lucy toca o dedo indicador com o primeiro primata classificado como homo sapiens  também nominado como Lucy lembrando a imagem pintada por Michelangelo na Capela Sistina. ( mais uma receita bem sucedida e previsível do cinema americano, a associação de artes para interatividade e identificação do expectador. ). E o final fechando a ideia da humanização de Deus é quando em uma mensagem de celular ela responde que está em toda a parte. 
Isso deixa o filme interessante, o resto é efeito, receita de cinema e pipoca. Gostei mais do filme "Limitless"




 Sobre usar 10% da capacidade mental é historinha para justificar burrice, o que derruba a palestra cientifica do filme Lucy, a evolução Darwinista do macaco para a espécie humana se dá a posição ereta e crânios maiores para maior processamento de informação. A natureza não criaria tantas partições cerebrais sem utilização, seria desperdício genético. segue alguns links de derrubam a teoria Lucy.

hypescience

Super interessante - editora abril




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