Como meu professores já falaram anteriormente, para se fazer um bom filme sem muita criatividade basta dar ao expectador a corrida contra o tempo.
Este tema já tantas vezes explorado ( droga da inteligencia, aumento da capacidade mental, paranormalidade e afins ) já foi expresso em filmes como LIMITLESS, PHENOMENON, PLANETA DOS MACACOS A ORIGEM e outros que não lembro.
O filme Lucy vem trazendo uma informação religiosa muito mais evidente que o fato da inteligencia e paranormalidade em si. Logo no inicio do filme quando Morgan Freeman discursa a justificativa do filme um personagem pergunta " E se alguém usar 100% da capacidade mental ?" a resposta é quase unanime na cabeça do expectador no cinema, respondida no extreme close do palestrante, que é a existência de Deus. Outra é a cena onde Lucy toca o dedo indicador com o primeiro primata classificado como homo sapiens também nominado como Lucy lembrando a imagem pintada por Michelangelo na Capela Sistina. ( mais uma receita bem sucedida e previsível do cinema americano, a associação de artes para interatividade e identificação do expectador. ). E o final fechando a ideia da humanização de Deus é quando em uma mensagem de celular ela responde que está em toda a parte.
Isso deixa o filme interessante, o resto é efeito, receita de cinema e pipoca. Gostei mais do filme "Limitless"
hypescience
Super interessante - editora abril


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